Esta noite sonhei contigo, sonhei que preparei tudo para ti (...) mandei buscar-te a tua casa à hora combinada, ao entrares no carro viste o ramo de flores mais incrível de sempre, o aroma daquelas rosas tão vermelhas encheu-te as narinas e fez-te sorrir. Ele leva-te para um restaurante na beira da falésia, é um fim de tarde de verão e o mar azul está lindíssimo, ele leva-te para um restaurante na beira da falésia, e entras nele .. ouves uma música suave, um aroma exótico misturado com o ar do mar e a música deixam-te sem palavras (...) não vês ninguém, sem fazer um único ruído, eu apareço por trás e ponho-te uma mão à frente dos olhos perguntando-te quem é a rapariga linda que veio parar àquele sítio deserto (...) sentá-mo-nos à mesa, jantámos, falámos sem parar a tua imaginação voa e os teus olhos brilham como as estrelas lá fora .. depois da sobremesa andámos pela falésia, o ar do mar enche-te de uma energia quase mágica. O engraçado é que tu andaste sempre na direcção de um edifício envidraçado, pequeno, com um jacuzzi lá dentro, iluminado (...) havia um fondue de chocolate na beira .. velas, óleos de massagem (...) não resististe a passar lá a noite. Entrámos e começamos por tirar a roupa, pois a atracção da noite era muito intensa, até que nos deitámos no chão de madeira. Dei-te uma pinga de chocolate derretido a cair de um morango nos teus lábios uma vez que cai, limpo a gota delicadamente com a língua ;$ cai outra mais abaixo (...) vão pingando, pelo pescoço (...) pelo peito (...) pelo umbigo .. tinha-mos o chocolate à temperatura exacta aquele calor viaja pelo teu corpo como uma onda de prazer, simultaneamente passo um cubo de gelo, com os dentes, faço chegar um morango à tua boca (...) fica metade para cada uma, enquanto deito os óleos quentes pelo teu tronco abaixo .. começando pela tua cara e pelo teu pescoço, as minhas mãos soltam cada músculo tenso no teu corpo .. a tua respiração fica mais profunda .. fechas os olhos, deliciada, massajo os teus braços .. enquanto isso, as minhas mãos descem pela tua cintura, beijo-te o umbigo (...) e faço com que soltes um gemido ao de leve ! ;$
sexta-feira, 22 de julho de 2011
quarta-feira, 20 de julho de 2011
can't you see ?
segunda-feira, 11 de julho de 2011
the last one !
O céu estava coberto de nuvens de várias formas e feitios. O céu estava negro, cinzento, de várias tonalidades. Chovia como nunca. O mar estava endiabrado, as ondas eram enormes, a fazer lembrar tsunamis. Os relâmpagos belos, espectaculares à vista traziam consigo um som assustador que punia o maior dos surdos tal a intensidade com que eram ouvidos mesmo que a km’s de distância. A chuva era fria e ácida. Não dava tréguas a ninguém. Todos estavam refugiados nas suas casas, mas mesmo elas, até as mais fortes rangiam com as maiores rajadas de vento.
Eu estava sentada, ao lume, embrulhada num cobertor. Sentia-a a meu lado, abracei o sofá, como se fosse ela mesmo que estivesse ali. Mas, para infelicidade minha, ela não estava. Larguei o sofá com uma lágrima no olho. Fechei-o, por conseguinte, também o outro se fechou. Fiquei mergulhada num mar de sentimentos, impressões, medos e dúvidas. Sabia nadar, mas não estava preparada para as turbulências que este mar trazia consigo, era digno de bandeira vermelha. As dúvidas eram maiores que qualquer onda. As ondas mais fortes que qualquer corrente. Os sentimentos mais perigosos que o mais temido dos tubarões. Mas tinha de ser mais forte que os “contras”, eu tinha de ser os meus próprios “prós”, tinha de transmitir a mim mesma que podia, mesmo que fosse impossível eu era capaz.
A campainha tocou. Gelei, eu e o meu sangue que num instante parou de correr pelas veias e artérias que percorrem o meu corpo, e concentrou-se no meu olhar, vermelho e petrificado, seria ela? A minha mente acreditava, o meu coração não.
Lentamente, pé ante pé, aproximei-me da porta, pus a mão na maçaneta, não tive coragem de perguntar quem era. A campainha continuava a tocar. Respirei fundo, abri a porta.
Desmaiei psicologicamente, talvez isso não seja possível, mas aconteceu. Era ela, molhada, tremia como nunca a tinha visto tremer, olhos entreabertos escondendo a beleza do seu olhar, mãos enrugadas pelo efeito da água, voz trémula do medo e da visão negra que tinha ao olhar para trás. Mas para trás não é sítio para onde se olhe.
Ainda não conseguia falar, apenas trocávamos olhares sucessivos. Íntimos, apaixonados, sentidos…
Ela deu um passo em frente, tremi, que faria ela? O vento bateu à porta, já estávamos dentro de casa. Ela prosseguiu num movimento paralelo ao solo, estávamos a poucos centímetros de distância. Sentia a sua respiração ofegante, talvez do cansaço, talvez da proximidade entre dois seres que se amavam.
Soltei um simples, mas simultaneamente complexo, “ai”. Não conseguia dizer mais nada. Ela abraçou-me. Estava encharcada, fria, continuava a tremer. Deixei-me levar, coloquei as minhas mãos sobrepostas às suas suaves costas, apertei-a com força. Consoante o abraço se ia prolongando os medos, e as dúvidas iam-se dissipando.
Já não haviam mais desculpas, já nos tocávamos com carinho. A coragem que outrora fora nula ia aumentando a cada segundo. Porém, não quis quebrar o silêncio ensurdecedor que estava a pairar no ar. Não seria por mim que este belo momento teria fim. Ela apertou-me com uma maior força, confesso que doeu, mas era uma dor suportável vinda de quem vinha. Também eu a apertei, queria senti-la para mim, apenas e só para mim. Não a queria dividir com ninguém. Não era ser invejosa, era amar verdadeiramente.
Abri os olhos, também ela os abriu. Parecia destino, mas não…era amor.
Dei dois passos atrás, estava nervosa com a situação. O que teria acontecido? Porque estaria ela ali? O que terá significado o abraço?
Ela sorriu! senti-me rainha do mundo, os seus olhos brilhavam de novo. brilhavam como estrelas, radiosas estrelas.
Eu estava sentada, ao lume, embrulhada num cobertor. Sentia-a a meu lado, abracei o sofá, como se fosse ela mesmo que estivesse ali. Mas, para infelicidade minha, ela não estava. Larguei o sofá com uma lágrima no olho. Fechei-o, por conseguinte, também o outro se fechou. Fiquei mergulhada num mar de sentimentos, impressões, medos e dúvidas. Sabia nadar, mas não estava preparada para as turbulências que este mar trazia consigo, era digno de bandeira vermelha. As dúvidas eram maiores que qualquer onda. As ondas mais fortes que qualquer corrente. Os sentimentos mais perigosos que o mais temido dos tubarões. Mas tinha de ser mais forte que os “contras”, eu tinha de ser os meus próprios “prós”, tinha de transmitir a mim mesma que podia, mesmo que fosse impossível eu era capaz.
A campainha tocou. Gelei, eu e o meu sangue que num instante parou de correr pelas veias e artérias que percorrem o meu corpo, e concentrou-se no meu olhar, vermelho e petrificado, seria ela? A minha mente acreditava, o meu coração não.
Lentamente, pé ante pé, aproximei-me da porta, pus a mão na maçaneta, não tive coragem de perguntar quem era. A campainha continuava a tocar. Respirei fundo, abri a porta.
Desmaiei psicologicamente, talvez isso não seja possível, mas aconteceu. Era ela, molhada, tremia como nunca a tinha visto tremer, olhos entreabertos escondendo a beleza do seu olhar, mãos enrugadas pelo efeito da água, voz trémula do medo e da visão negra que tinha ao olhar para trás. Mas para trás não é sítio para onde se olhe.
Ainda não conseguia falar, apenas trocávamos olhares sucessivos. Íntimos, apaixonados, sentidos…
Ela deu um passo em frente, tremi, que faria ela? O vento bateu à porta, já estávamos dentro de casa. Ela prosseguiu num movimento paralelo ao solo, estávamos a poucos centímetros de distância. Sentia a sua respiração ofegante, talvez do cansaço, talvez da proximidade entre dois seres que se amavam.
Soltei um simples, mas simultaneamente complexo, “ai”. Não conseguia dizer mais nada. Ela abraçou-me. Estava encharcada, fria, continuava a tremer. Deixei-me levar, coloquei as minhas mãos sobrepostas às suas suaves costas, apertei-a com força. Consoante o abraço se ia prolongando os medos, e as dúvidas iam-se dissipando.
Já não haviam mais desculpas, já nos tocávamos com carinho. A coragem que outrora fora nula ia aumentando a cada segundo. Porém, não quis quebrar o silêncio ensurdecedor que estava a pairar no ar. Não seria por mim que este belo momento teria fim. Ela apertou-me com uma maior força, confesso que doeu, mas era uma dor suportável vinda de quem vinha. Também eu a apertei, queria senti-la para mim, apenas e só para mim. Não a queria dividir com ninguém. Não era ser invejosa, era amar verdadeiramente.
Abri os olhos, também ela os abriu. Parecia destino, mas não…era amor.
Dei dois passos atrás, estava nervosa com a situação. O que teria acontecido? Porque estaria ela ali? O que terá significado o abraço?
Ela sorriu! senti-me rainha do mundo, os seus olhos brilhavam de novo. brilhavam como estrelas, radiosas estrelas.
- Amo-te ! – saiu da boca dela
- Hãã ?
- Amo-te.
- Repete isso.
- Di-lo comigo. – pediu ela.
- Amo-te. – exclamamos os dois.
- Que fazes aqui ? – perguntei eu curiosa.
- Uma loucura.
- Que loucura ?
- A nossa loucura.
- “Nós” não existe.
- Eu quero que exista.
- Amo-te. – disse eu
- Mesmo ?
- Juro.
- Hãã ?
- Amo-te.
- Repete isso.
- Di-lo comigo. – pediu ela.
- Amo-te. – exclamamos os dois.
- Que fazes aqui ? – perguntei eu curiosa.
- Uma loucura.
- Que loucura ?
- A nossa loucura.
- “Nós” não existe.
- Eu quero que exista.
- Amo-te. – disse eu
- Mesmo ?
- Juro.
Ela virou costas, ajoelhou-se, baixou a cabeça. Caminhei para ela, ela caiu. Virei-a para mim, estava com os olhos entre-abertos, não conseguia falar. “Vou morrer” foi o que percebi. “Queria morrer feliz contigo”. Beijei-a, pela primeira e última vez. Ela morreu ali mesmo, nos meus braços. Chorei como um bebé. Abracei-a, apesar de morta ela de certeza que sentia o meu amor por ela. Deitei-me ao lado dela e adormeci. Pedi a Deus para não mais acordar ;x
terça-feira, 5 de julho de 2011
és o meu sonho :$
Será pedir de mais ?
susurro :$
(...) queria poder construir alguma coisa contigo , ter um futuro contigo , queria que chegasses ao pé de mim , e me demonstrasses o quanto me amas ! que me sussurrasses ao ouvido tudo aquilo que queres passar comigo , que me agarrasses nos pulsos e não me deixasses fugir, quero passar momentos de loucura , momentos de puro amor , com verdadeira paixão (...)
beija-me com intensidade, e faz-me chegar ao infinito :$
( não olhes para trás, não sejas racional, deixa o tempo parar ! deixa que apenas permaneça eu e tu, esquece o resto .. olha ? eu amo-te ! )
beija-me com intensidade, e faz-me chegar ao infinito :$
( não olhes para trás, não sejas racional, deixa o tempo parar ! deixa que apenas permaneça eu e tu, esquece o resto .. olha ? eu amo-te ! )
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